sábado, 8 de setembro de 2012

Fracasso!


O tormento do fracasso,
De uma vida levado ao acaso,
Do sabor do desespero
Da não realização do desejo.

Sinto o terror da lamentação,
Como fogo queimando sem perdão,
Em inferno sóbrio presente,
Com chama negra quente.

Sinto o sabor da distancia da conquista,
O desespero estampando na lista
De um humano desgraçado
Que se sente amaldiçoado.

Sinto o terror da pulsação
Da mente humana em decomposição
Que busca uma cura,
Para essa dor grande e dura.

Sinto o sabor da morte que escureceu,
De uma vida que nunca nasceu.
Que foi desejada,
Mas não concretizada.

Sinto o terror da solidão dos meus fracassos,
Do que SOU levado em braços,
Para o caminho desconhecido por mim
Com precipício em seu fim!

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