sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ato Um

O sangue jogado no chão,
O corpo esta no realento
Feito nuvens ao vento
Como um solitário trovão.

Esfaqueado na noite de terça
Encontrado na sexta.
Um sabor gostoso,
Um cheiro tenebroso.

O sol já estava indo.
Eu Tocava a pele macia
E imaginava a agonia,
No momento dessa vida caindo.

Com meus lábios toquei no rosto sujo,
Os olhos parados e duros,
Olhando sem brilho algum,
Para mim o mortal nada comum.

Senti prazer em tocar aquele corpo imundo,
Foram prazeres que marcaram cada segundos.
Deitei aquele que cheirava forte,
Que matei por não cumprir a minha sorte.


sábado, 7 de setembro de 2013

A Sua Morte

O pássaro da noite não canta
Somente a sua morte que dança
Ouvindo a música da dor silenciosa,
Pois sua morte será agoniosa.

Não chore, não há mais volta,
Pois só existe mais uma porta
Que lhe leva para o distante lugar,
Onde será o seu mais novo lar.

Sinta o cheiro do inverno,
Pois lá não nunca mais sentirá,
Lá nada disso existirá,
Logo você estará no inferno.

Pobre desgraçado rapaz,
A morte veio lhe pegar,
Com muita dor e sem paz,
Nem adianta você implorar.
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